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Posts Tagged ‘competitividade’

O Estado de S. Paulo – 04/02/2011

Brasil e China têm de sentar à mesa, resolver suas pendências de natureza comercial e relançar o relacionamento bilateral em novas bases, afirma o embaixador brasileiro em Pequim, Clodoaldo Hugueney. “Os chineses têm tido muita calma nesse clima de denúncias da China no Brasil. Há um real interesse em atribuir ao Brasil um papel importante e evitar o desgaste.”

A presidente Dilma Rousseff irá à China em abril e, ao longo do ano, ocorrerão várias trocas de visitas de ministros, o que dará impulso político para retirar o “entulho” que provoca ruídos na relação, avalia Hugueney. Entre os problemas, estão as queixas da indústria brasileira em relação ao câmbio e a práticas desleais dos exportadores chineses. “O que nós precisamos entender é que este é um país onde tudo se negocia”, disse o embaixador ao Estado.

A seguir, os principais trechos da entrevista. (mais…)

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O Estado de S. Paulo – 31/01/2011

Em 2004, equipamentos asiáticos tinham 2% das vendas; em 2010 chegaram a 40%

A importação cresce num ritmo nove vezes maior que o do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria nacional. Enquanto o PIB industrial aumentou 36% entre 2004 e 2010, a importação de produtos industrializados subiu 121,4%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Em seis anos, a exportação de industrializados recuou 4,8%.

“Quando se nota ao longo do tempo que a importação cresce e a exportação cai, significa perda de competitividade”, diz Mário Bernardini, diretor da Abimaq. (mais…)

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O Estado de São Paulo – 22/06/2010

A Vale prepara plano de investimentos de US$ 90 bilhões para os próximos 5 anos – 70% no Brasil. Cerca de US$ 40 bilhões serão aplicados em novos projetos de minério de ferro. A empresa planeja aumentar sua produção de 300 milhões para 450 milhões de toneladas por ano, até 2014.

Vale prepara plano de investimentos de US$ 90 bilhões até 2014 (mais…)

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Valor Econômico – 03/03/2010

O tratado de livre comércio entre Peru e China, que entrou em vigor na segunda-feira, deverá pôr em desvantagem alguns produtos brasileiros exportados para o país andino e levar o Brasil a cobrar compensações tarifárias do governo peruano. (mais…)

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Folha de Londrina – 25/02/2010

Parte da frota de caminhões atende produtores do Mato Grosso; sem investimentos sistema de armazenamento opera no limite

A safra recorde de soja prevista para o oeste do Paraná pode agravar a situação do já caótico sistema logístico regional. Não há caminhões suficientes para transportar os 3,1 milhões de toneladas do grão que devem ser colhidos, pois 15% da frota nacional de 1,4 milhão de unidades está a serviço de produtores que estão no auge da colheita nos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. (mais…)

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O Estado de S. Paulo – 11/02/2010

Lançado em dezembro de 2007, para aumentar a capacidade operacional dos principais portos nacionais, o Plano Nacional de Dragagem (PND) – que prevê investimentos de R$ 1,5 bilhão e faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do qual é considerado um dos mais importantes projetos, por reduzir os custos de logística – mal saiu do papel e só agora deve começar a se tornar realidade no mais movimentado terminal portuário do País, o de Santos, que responde por 27% de todo o comércio exterior brasileiro. O ministro dos Portos, Pedro Brito, anunciou há dias que as obras de dragagem para o aprofundamento do canal de acesso ao Porto de Santos começarão em fevereiro e deverão estar concluídas até 22 de março de 2011. “Mais do que isso não; talvez até saia antes”, garantiu a um jornal de São Paulo. (mais…)

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Jornal do Brasil – 12/01/2010

China toma mercados do Brasil

Café, aço e automóveis tomam espaço de produtos nacionais

A China soube bem como aproveitar a retração das importações em todo o planeta. Com preços competitivos, a maior exportadora do mundo invadiu e está tomando mercados junto aos principais parceiros comerciais brasileiros, como Estados Unidos, México e Argentina. Café, aço, automóveis e ferro fundido estão entre os itens que levaram a primeira semana de 2010 a fechar com saldo comercial negativo de US$ 375 milhões. No mercado americano a participação brasileira se manteve até setembro do ano passado a 1,38%, mesmo nível de 2001, enquanto a chinesa avançou 18,84%, contra pouco mais de 8% em 2001. (mais…)

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