Paraguai – ABC Color – 02/12/2009
Brasil amenaza con aplicar represalias comerciales a Argentina si no levanta nuevas restricciones a las importaciones de juguetes brasileños, en el marco de una fuerte tensión comercial por medidas proteccionistas, confirmó una fuente del Ministerio de Comercio Exterior brasileño este martes a la AFP.
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Argentina – La Nación – 21/10/2009
Los fabricantes de calzado brasileños se quejaron ayer por las licencias no automáticas para la importación, que aplica la Argentina para ese sector. Las críticas fueron rechazadas por el secretario de Industria, Eduardo Bianchi.
“Tenemos potencial para vender 30 millones de pares y hasta septiembre alcanzamos apenas la mitad de esa cifra”, dijo el director de la Asociación Brasileña de Industrias de Calzados, Editor Klein. Agregó que “desde 1999 el gobierno argentino establece una cortina de protección para los fabricantes de Buenos Aires”.
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O aumento das restrições impostas pela China para que seus parceiros comerciais exportem carne suína para o país praticamente esfacelaram as pretensões do Brasil de vender o produto para lá. “Perdemos o bonde para exportar”, reclamou o presidente da Associação Brasileira dos Exportadores de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto. “Se os chineses estão fechando o mercado para americanos e europeus, como esperar que vão abrir para nós?”
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A guerra do suco de laranja entre o Brasil e os Estados Unidos voltará à Organização Mundial de Comércio (OMC) esta semana. Brasília pedirá a abertura de um “painel” (comitê de especialistas) para examinar queixa contra os americanos, num momento em que o setor vive um aumento da concorrência e queda mundial de preços e de consumo.
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O governo da presidente argentina, Cristina Kirchner, deu mais um passo em sua ofensiva protecionista ao mobilizar seus parlamentares para aprovar na Câmara de Deputados o denominado “impostaço tecnológico”. O projeto de lei, aprovado na quarta-feira à noite, determina uma taxação adicional que oscila entre 17% e 38,5% em impostos internos para uma série de produtos eletrônicos de montagem local com peças importadas na área continental da Argentina.
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A Argentina vai continuar barrando produtos brasileiros por muito tempo, se isso depender de Brasília. O governo argentino conseguiu mais uma vez manobrar o governo brasileiro a seu favor. Depois de um encontro bilateral em São Paulo, o secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Ivan Ramalho, disse estar “mais distante” a possibilidade de retaliar a Argentina com licenças não automáticas de importação ou de iniciar um processo na Organização Mundial do Comércio (OMC). Missão cumprida, portanto, para o subsecretário de Política e Gestão Comercial do Ministério da Produção argentino, Eduardo Bianchi. O risco de um atrito mais sério, a curto prazo, está afastado, e esse era seu principal objetivo ao visitar a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), onde se reuniu na segunda e na terça-feira o comitê de acompanhamento do comércio bilateral. A ação na OMC havia sido pedida ao governo uma semana antes pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
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Itália – Agência AnsaLatina – 17/07/2009
As chancelarias de Montevidéu e Brasília negociam formas de destravar a entrada de laticínios de empresas uruguaias no Brasil, segundo informou o ministro da Pecuária, Ernesto Agazzi.
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O protecionismo esteve no centro da agenda ontem na Organização Mundial do Comércio (OMC). Dirigentes dos principais organismos multilaterais destacaram que novas barreiras comerciais, financeiras e ambientais ameaçam sobretudo as economias emergentes. A mensagem ao G-8 é clara: é mais do que tempo de concluir a Rodada Doha para liberalizar e evitar futuras guerras comerciais.
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